Dia Mundial da Liberdade da Imprensa é lembrado por senadores nas redes sociais - Itapetinga Acontece

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  •                                                                    Pedro França/Agência Senado


    Os senadores lembraram em suas redes sociais o Dia Mundial da Liberdade da Imprensa, comemorado nesta segunda-feira (3). Eles  destacaram o papel da liberdade de atuação da imprensa para a democracia e criticaram os ataques do governo Bolsonaro ao trabalho da imprensa.


    “Hoje é comemorado o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. No Brasil, com o atual governo sempre atacando a mídia e os profissionais da comunicação, não temos muito a comemorar. Sem liberdade de imprensa não há democracia”, disse a senadora Eliziane Gama (Cidadania- MA).


    O senador Weverton (PDT-MA) apontou a necessidade de garantir que os jornalistas desempenhem seu trabalho com segurança. “Neste Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, precisamos falar sobre a importância de garantir que esses profissionais possam exercer suas funções em segurança”.


    A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) sublinhou que a liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia. “É o termômetro de quão desenvolvida é uma nação em termos econômicos, culturais e sociais”.


    O senador Paulo Rocha (PT-PA) também lembrou o Dia Mundial da Liberdade da Imprensa para celebrar "o direito de todos os profissionais da mídia de investigar e publicar informações de forma livre”.


    Impunidade


    Também o senador Lasier Martins (Podemos-RS) destacou o aumento do número de agressões contra os profissionais de comunicação do país. “O cenário de impunidade contra a imprensa permanece. Segundo o Relatório da Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa, os ataques mais que dobraram em 2020, sendo registrados 428 casos de violência física contra os profissionais. Em 2019, o número foi de 208, o que representa um aumento de 105%. Os dados são apenas do Brasil. Hoje, reforçamos o trabalho essencial desses profissionais para a nossa sociedade e destacamos que, sem liberdade de imprensa, a democracia não existe”.


    Ao defender a liberdade de imprensa, o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) enfatizou a importância da democracia. “Democracia sempre! E para uma democracia forte, não podemos abrir mão de uma imprensa séria, responsável e livre para garantir o nosso direito constitucional à informação”.

    Unesco

    O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 1993, em defesa de um jornalismo sem censura e livre de ataques violentos ao redor do mundo. A data foi criada para combater a perseguição contra os profissionais da imprensa — em muitos casos, vítimas de agressões e até de tortura e assassinato — com objetivo de intimidá-los ou impedir o seu trabalho, fundamental para a democracia.


    Agência Senado


    Dia Mundial da Liberdade da Imprensa é lembrado por senadores nas redes sociais

                                                                       Pedro França/Agência Senado


    Os senadores lembraram em suas redes sociais o Dia Mundial da Liberdade da Imprensa, comemorado nesta segunda-feira (3). Eles  destacaram o papel da liberdade de atuação da imprensa para a democracia e criticaram os ataques do governo Bolsonaro ao trabalho da imprensa.


    “Hoje é comemorado o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. No Brasil, com o atual governo sempre atacando a mídia e os profissionais da comunicação, não temos muito a comemorar. Sem liberdade de imprensa não há democracia”, disse a senadora Eliziane Gama (Cidadania- MA).


    O senador Weverton (PDT-MA) apontou a necessidade de garantir que os jornalistas desempenhem seu trabalho com segurança. “Neste Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, precisamos falar sobre a importância de garantir que esses profissionais possam exercer suas funções em segurança”.


    A senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) sublinhou que a liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia. “É o termômetro de quão desenvolvida é uma nação em termos econômicos, culturais e sociais”.


    O senador Paulo Rocha (PT-PA) também lembrou o Dia Mundial da Liberdade da Imprensa para celebrar "o direito de todos os profissionais da mídia de investigar e publicar informações de forma livre”.


    Impunidade


    Também o senador Lasier Martins (Podemos-RS) destacou o aumento do número de agressões contra os profissionais de comunicação do país. “O cenário de impunidade contra a imprensa permanece. Segundo o Relatório da Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa, os ataques mais que dobraram em 2020, sendo registrados 428 casos de violência física contra os profissionais. Em 2019, o número foi de 208, o que representa um aumento de 105%. Os dados são apenas do Brasil. Hoje, reforçamos o trabalho essencial desses profissionais para a nossa sociedade e destacamos que, sem liberdade de imprensa, a democracia não existe”.


    Ao defender a liberdade de imprensa, o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) enfatizou a importância da democracia. “Democracia sempre! E para uma democracia forte, não podemos abrir mão de uma imprensa séria, responsável e livre para garantir o nosso direito constitucional à informação”.

    Unesco

    O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 1993, em defesa de um jornalismo sem censura e livre de ataques violentos ao redor do mundo. A data foi criada para combater a perseguição contra os profissionais da imprensa — em muitos casos, vítimas de agressões e até de tortura e assassinato — com objetivo de intimidá-los ou impedir o seu trabalho, fundamental para a democracia.


    Agência Senado


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