Itapetinga Acontece

Páginas

  • Quem Somos?
  •                                                                                                  (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)


    Embora conste da lista de recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e tenha sido usado nos demais países para o combate à pandemia de covid-19, o distanciamento social é um dos grandes cavalos de batalha no Brasil — o que dificulta a sua implementação de acordo com orientações científicas e medições estatísticas.


    Uma dessas batalhas teve como cenário recente o Supremo Tribunal Federal (STF), que acumula na pauta outras matérias urgentes relacionadas ao que fazer diante dos efeitos devastadores da ação do SarsCoV-2, o coronavírus causador da doença responsável por matar centenas de milhares de brasileiros — recentemente a números recordes de mais de 4 mil ao dia. Em uma atmosfera tensa, os ministros da Corte reuniram-se durante a quarta e a quinta-feira da semana passada para decidirem uma questão que já havia sido decidida em 15 de abril do ano passado: se os estados, os municípios e o Distrito Federal têm autonomia para baixar normas destinadas a limitar a circulação e a reunião de pessoas com vistas a impedir ou diminuir o contágio viral e suas consequências, como as infecções respiratórias agudas graves (SRAGS), no momento o maior pesadelo do Brasil por causa da falta de leitos de UTI e da oferta insuficiente de oxigênio.


    A direção apontada pelo Plenário do STF confirmou a decisão de um ano atrás, ainda que lá o objeto da ação fosse mais amplo: a autonomia em geral dos estados e municípios na escolha de caminhos para o combate à covid-19 atendendo ao princípio tripartite do Sistema Único de Saúde (SUS), no qual o governo federal exerce um papel de coordenação, mas as demais esferas agem, necessariamente, em atendimento a necessidades regionais e locais. No último julgamento, a disputa era mais especificamente sobre a possibilidade de governadores e prefeitos poderem proibir a realização de celebrações religiosas sem que isso configurasse desrespeito à Constituição. Por 9 a 2, o Supremo bateu o martelo mais uma vez: sim.


    O matiz religioso da ação em julgamento elevou a temperatura da controvérsia, com o advogado-geral da União, André Mendonça, e outros defensores da liberação de cultos e missas argumentando que os decretos estaduais e municipais feriam a liberdade religiosa. “Os religiosos não estão matando pela sua fé, mas estão dispostos a morrer por ela”, chegou a dizer Mendonça, que também criticou medidas como o toque de recolher, consideradas por ele inconstitucionais e anti-democráticas.


    As respostas dos ministros foram duras. Observaram que nunca esteve em discussão no Supremo a restrição à liberdade de culto, mas apenas, emergencialmente, as cerimônias presenciais. E reafirmaram como constitucional a defesa da saúde pública num momento de alta vulnerabilidade da população e diante de falhas atribuídas ao governo. Edson Fachin citou como exemplo a recusa à compra de vacinas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, no ano passado.


    Luís Roberto Barroso criticou o “improviso” do Executivo no combate à pandemia e a “dificuldade de lidar com a realidade”, o que foi resumido no termo “negacionismo” durante o voto de Gilmar Mendes. Faltou, segundo Barroso, algo básico: o Executivo cercar-se de um comitê de especialistas para definir suas linhas de ação quanto à covid-19.


    A argumentação de Barroso vai ao encontro do que preconiza a OMS e os estudiosos em saúde pública e epidemiologia: tanto a prevenção quanto a contenção e a mitigação de uma epidemia têm de ser parte de um planejamento estratégico, com medidas elaboradas cientificamente e endereçadas a agentes nos diversos níveis de governo, com a coordenação da área federal e autonomia para intervenções locais, segundo o que demandem as peculiaridades de cada região ou município. Em suma, os líderes políticos, assessorados em alto nível por cientistas e autoridades médicas, devem traçar diretrizes comuns e falar a mesma língua, cabendo à Justiça dirimir aqui e ali alguma dúvida.


    Para a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), o governo está sendo pressionado a agir “com rapidez, coordenação e vontade”. Em carta aberta divulgada no dia 19 de março, logo depois de a Covid-19 vitimar fatalmente o senador Major Olímpio, a parlamentar cobrou: “Ou o presidente Bolsonaro se dirige à nação e demonstra, diante de todos os brasileiros, plena consciência sobre a gravidade da situação e apresenta, ao lado do ministro da Saúde, um plano nacional execução urgente para enfrentamento à pandemia, ou permaneceremos, todos, no caos”.


    Em suas críticas ao governo federal, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) sugeriu a adoção de do lockdown, o fechamento radical das cidades, conforme tem sido defendido por especialistas, diante do descontrole da pandemia.


    Tecnicamente, o lockdown (trancamento, confinamento) é a medida mais drástica na escala do distanciamento social e pode significar a proibição de que pessoas saiam de casa sem uma justificativa forte (ir ao médico ou à farmácia, por exemplo) e trafeguem por rodovias. Sugerindo a imagem de um cadeado com o gancho preso ao bloco, a palavra surgiu no setor da segurança pública dos Estados Unidos para designar o fechamento de presos em suas celas depois de uma rebelião. Acabou ganhando outros usos, ainda assim de impacto significativo na relativa liberdade de ir e vir de pessoas não sujeitas a penas judiciais.

    No Brasil, a palavra é muito popular, mas seu significado real não se materializa ou é distorcido e serve para designar situações pouco precisas, notadamente quando se comparam as imagens de cidades do nosso litoral com as da deserta Wuhan, na China, o primeiro epicentro da covid-19. Se raras vezes aderiu ao fechamento, o Brasil ganhou destaque no mundo como um campo fértil de aglomerações em praias, comércios, praças públicas, bares e locais de baladas. Mesmo as marcas de distanciamento determinadas nos supermercados dificilmente são levadas a sério.

    A não ser quando pilhados nas célebres festas da covid-19 ou em cassinos clandestinos, os brasileiros em sua maioria não se submetem ao rigor das abordagens policiais como os franceses ou italianos saem para ir a um mercado durante o toque de recolher. E passam longe das denúncias de vizinhos por causa de uma corrida no calçadão.

    Uma consulta ao mapa de isolamento social Inloco mostra que o pico da disciplina no Brasil se deu em 22 de março de 2020, com 62,2% de recolhimento em média. Um ano depois, não passava de 38,3%.



    Agência Senado

    Falta de normas claras e de ações coordenadas para distanciamento social prejudica combate à covid

     

    Um plantio com 2,5 mil pés de maconha avaliado em cerca de R$ 200 mil foi erradicado, na tarde desta quinta-feira (8), no distrito de Bem-bom, município de Casa Nova, por policiais da 25ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/ Casa Nova). Armas, dinheiro e outros itens utilizados pelos traficantes foram apreendidos.


    Além dos pés de maconha, divididos em 500 covas, os policiais apreenderam cinco quilos da droga pronta para consumo, três garrafas de sementes da erva, três espingardas, uma pistola 380, um revólver calibre 22, 26 munições, duas armas brancas, uma balança, dois celulares e aproximadamente R$ 2,3 mil.



    De acordo com o subcomandante da 25ª CIPM, capitão Gilvani Denison Nascimento Aguiar, os criminosos utilizava cacimbas artesanais para aparar a água da chuva e irrigar a plantação. “Eles cavaram buracos e colocaram lonas para funcionarem como recipientes de armazenagem para água”, explicou Aguiar.



    A roça e todos os acessórios usados na manutenção do local acabaram incinerados. Um criminoso achado no local, que já tinha entrada por tráfico de drogas, foi conduzido à Delegacia Territorial do município.


    Ascom: Marcia Santana

    Plantação de maconha e armas encontradas em Casa Nova na Bahia

    De acordo com o site Wikipédia  Mazzaropi foi um ator, humorista, cantor e cineasta brasileiro. Considerado o maior cômico do cinema brasileiro, é o único artista que ficou milionário fazendo filmes no país. Suas produções foram fenômeno de público por mais de três décadas. 

                                                                            (Foto via Google/Web)


    Google Doodle, ilustrado pelo artista convidado brasileiro Arthur Vergani, comemora o ator, roteirista, produtor e diretor brasileiro Amácio Mazzaropi em seu aniversário de 109 anos. Por meio de seu papel marcante como o querido personagem “Jeca Tatu”, Mazzaropi usou o humor para abordar assuntos sérios e se tornou uma figura do cinema brasileiro.



    Nascido neste dia em São Paulo em 1912, Mazzaropi passou a infância visitando a casa de campo de seu avô, o que influenciou a persona na tela que posteriormente desenvolveu. Na adolescência, o futuro ícone da comédia brasileira saiu de casa para trabalhar no Circo La Paz, um circo itinerante. Foi aí que teve a ideia de atuar como caipira, materializado na futura atuação de Marazzaropi como o personagem de Monteiro Lobato, Jeca Tatu.


    Mazzaropi produziu conteúdo para rádio e televisão por muitos anos antes de estrear em seu primeiro filme, “Sai da Frente” (“Get Out of the Way”, 1952). Com a carreira cinematográfica em alta, e após vários outros papéis, Mazzaropi comprou Fazenda Santa, uma fazenda que virou estúdio e que também serviu de locação para muitos de seus filmes. Foi aqui que Mazzaropi abriu sua própria produtora em 1958. Mazzaropi teceu comentários sociais em linguagem simples e cobriu assuntos importantes com grande efeito, o que levou o público a afluir para suas produções por mais de 20 anos.


    Curiosamente, enquanto Mazzaropi se tornou um dos atores cômicos mais aclamados do Brasil, ele também foi um grande fornecedor de leite para Leites Paulista. Hoje, a Fazenda Santa é o Hotel Fazenda Mazzaropi, que abriga o Museu Mazzaropi, que possui um acervo de mais de 20.000 itens.


    Feliz aniversário, Amácio Mazzaropi!


    Informações e texto  Google

    Google Doodle homenageia Amácio Mazzaropi que faria 109 anos

     

    O Projeto de Lei 907/21 assegura, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a reabilitação de pessoas com sequelas decorrentes da Covid-19 e o acesso aos medicamentos necessários com recursos repassados pela União. A proposta é do deputado Zeca Dirceu (PT-PR) e tramita na Câmara dos Deputados.


    Conforme o texto, os estados, o Distrito Federal e os municípios encaminharão periodicamente ao Ministério da Saúde dados sobre as pessoas com sequelas, número de pessoas e tipo de sequela.


    Ainda segundo o projeto, os recursos da União serão acrescidos às dotações existentes destinadas a ações e serviços públicos de saúde e serão transferidos aos fundos estaduais, distrital e municipais de saúde.


    Recursos para o SUS



    Zeca Dirceu defende a garantia de mais recursos para o SUS, que "já se encontra em seu limite" em um cenário com alta taxa de contaminação e elevado número de casos de Covid-19.


    “O SUS já perdeu cerca de R$ 22 milhões desde a edição da Emenda Constitucional 95, que congelou por 20 anos os recursos para saúde e educação. Ademais, neste ano de 2021, o SUS contará com R$ 35 bilhões a menos do que o orçamento do ano anterior”, argumenta o parlamentar.


    Ele lembra, por outro lado, que estudos já comprovam que a Covid-19 afeta não apenas o sistema respiratório, mas também outros sistemas, como o cardiovascular e o neurológico, podendo acarretar trombose, fadiga e dificuldades respiratórias, por exemplo.


    Se for aprovado e virar lei, o projeto será regulamentado em até 45 dias pelo Poder Executivo.


    Agência Câmara de Notícias

    Projeto garante tratamento no SUS para pessoas com sequelas da Covid-19

      

    Apesar de todo esforço da PRF na fiscalização e ações de educação para o trânsito, foram flagrados condutores agindo com imprudência e desrespeito às Leis de Trânsito nas estradas federais que cortam o estado. A ação teve início no último dia 01.


    A instituição alerta que evitar condutas perigosas no trânsito, acima de tudo, é uma responsabilidade individual de cada motorista, motociclista, ciclista e pedestre, bem como dos passageiros.


    Durante às abordagens, os agentes federais flagraram 310 pessoas sem cinto de segurança. A quantidade de ocorrências de motociclistas ou carona sem capacete chegou a 102.


    O uso do cinto de segurança é obrigatório no Brasil para motoristas e passageiros, inclusive no banco de trás. O mesmo tipo de obrigatoriedade ocorre com capacete para condutor e passageiro de motocicletas. O fato de o motociclista não usar o capacete ou pessoas não usarem cinto de segurança em automóveis é determinante na gravidade dos acidentes.


    As fiscalizações da PRF na Bahia flagraram ainda 25 condutores sob efeito de álcool e 40 crianças sem cadeirinha; foram flagradas 1.096 ultrapassagens indevidas e 15 motoristas foram flagrados trafegando manuseando o aparelho celular.


    A PRF alerta aos motoristas que obedecer às normas de trânsito, contribui para um trânsito mais seguro. A redução da violência nas rodovias federais depende da participação de todos.


    Dicas para uma viagem segura


    Respeitar os limites de velocidade, manter distância de segurança em relação aos outros veículos, ultrapassar apenas quando houver plenas condições de segurança e não desviar a atenção do trânsito. Estas são algumas das principais orientações da PRF para reduzir o risco de acidentes.


    A PRF também orienta os usuários de rodovias, mesmo antes de viagens curtas, a fazer uma revisão preventiva do veículo, o que inclui a checagem dos pneus, do sistema de iluminação, dos equipamentos obrigatórios, do nível do óleo e do radiador, entre outros itens.


    Também é fundamental planejar a viagem, buscando evitar, na medida do possível, os horários de pico. Dirigir cansado ou com sono aumenta o risco de o motorista cometer erros. A cada três ou quatro horas de viagem, é recomendável uma pausa para descanso ou revezar a direção do veículo.


    Polícia Rodoviária Federal

    PRF flagram 310 condutores agindo com imprudência no feriado da Semana Santa na Bahia



    A Comissão Temporária da Covid-19 realiza nesta quinta-feira (8), a partir das 9h, audiência pública para discutir a possibilidade de aproveitamento de laboratórios que fabricam imunizantes animais para a produção de vacinas contra o coronavírus.


     Quem defende a iniciativa é o relator dessa comissão, senador Wellington Fagundes (PL-MT). Devem participar do debate representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Instituto Butantan, do Ministério da Ciência e Tecnologia e do Ministério das Relações Exteriores.




    Opções: Download

    Agência Senado

    Comissão debate uso de fábricas de imunizantes animais para produzir vacinas



    Uma ação interagências entre as polícias Militar e Federal resultou na apreensão de três cargas de cocaína pesando aproximadamente uma tonelada. O flagrante ocorreu no final da tarde de segunda-feira (5), na cidade de Santo Estêvão.




    Segundo o comandante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Polo Industrial, major Moisés Travessa, os levantamentos entre as forças de segurança permitiram a localização de três caminhões. “Esse veículos transportavam drogas por rodovias baianas. Montamos as diligências e, na abordagem, as equipes perceberam nervosismo entre os motoristas”, disse o oficial.



    Os condutores foram conduzidos para a sede da PF, em Feira de Santana, e, durante as buscas, encontrados os entorpecentes. Participaram da ação integrada guarnições do COPPM e das Companhias Independentes de Policiamento Especializado (Cipes) Polo Industrial, Cacaueira e Caatinga.



    Ascom/ Silvânia Nascimento

    PM e PF encontram cerca de uma tonelada de cocaína em Santo Estêvão na Bahia

     Leis recentes autorizam estados, municípios e o DF a adquirirem doses de vacinas



    O Projeto de Lei 1187/21 cria o Pró-VAC, uma linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinada a financiar a compra de vacinas contra a Covid-19 por estados e municípios. O texto tramita na Câmara dos Deputados.


    Segundo a proposta, os empréstimos deverão ter taxa de juros não superior à taxa Selic e prazo de pagamento de pelo menos cinco anos, com no mínimo dois de carência. As operações deverão ser analisadas e aprovadas em até 15 dias.


    “A criação do Pró-VAC tem o objetivo de propiciar recursos aos entes federados para que possam adquirir massivamente vacinas e acelerar a imunização no território nacional”, disse a deputada Rosana Valle (PSB-SP), autora do projeto.


    Ela afirma que duas leis recentes autorizaram os estados, os municípios e o Distrito Federal a adquirirem doses de vacinas, mas não apontaram as fontes de financiamento. “Isso torna o efeito dessas leis bastante reduzido”, disse Valle.


    Pelo projeto, a solicitação de empréstimo deverá estar em conformidade com o plano de imunização do estado ou município, identificando, minimamente, as quantidades necessárias de doses e a previsão de aplicação.


    Fonte: Agência Câmara de Notícias

    Projeto cria linha de crédito para estados comprarem vacina contra Covid-19

     Deputados vão ouvir especialistas no tema

    (Foto Roque de Sá/Agência Senado)

    A Câmara dos Deputados se reúne em comissão geral nesta quinta-feira (8), às 10 horas, para discutir a quebra de patentes das vacinas para o combate à Covid-19. Na reunião, os deputados vão ouvir especialistas e representantes de diversos órgãos e entidades relacionados ao tema.


    O debate ocorrerá no Plenário da Câmara por sistema virtual.


    O evento foi sugerido pela deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) e por outros 16 deputados de sete partidos (PCdoB, PDT, PP, PT, MDB, PSB e Republicanos). Os parlamentares querem esclarecimentos sobre o posicionamento do Brasil em relação à quebra de patentes de vacinas e ressaltam que o assunto está em debate tanto na Organização Mundial do Comércio (OMC) quanto na Organização Mundial da Saúde (OMS).


    Os deputados informam que, em outubro de 2020, Índia e África do Sul levaram à OMC uma proposta de suspensão das patentes de produtos de combate ao coronavírus. No mês seguinte, 99 países apoiaram o projeto, mas países desenvolvidos se posicionaram contra. "A ideia seria facilitar a produção de vacinas por países pobres e garantir que bilhões de pessoas tenham acesso ao imunizante no mesmo ritmo das populações mais ricas", explicam os parlamentares.


    Eles ressaltam que Rússia e China, embora tenham sido precursoras no desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19, manifestaram apoio à proposta.


    "O Brasil, por exemplo, pode alegar que a pandemia de Covid-19 se trata de uma emergência sanitária e que há grande interesse público de que as vacinas fiquem mais baratas para serem aplicadas em toda a população de maneira mais rápida", sugere a deputada Alice Portugal, no requerimento para realização do debate.


    No entanto, ela afirma que, segundo informações divulgadas pela imprensa, o Brasil foi o único país em desenvolvimento a se manifestar contra a proposta de quebra de patentes.


    Regras atuais


    Os parlamentares que pediram o debate desta quinta-feira lembram que as atuais regras de propriedade intelectual foram formuladas na OMC em 1994, com o apoio dos Estados Unidos e de outros países ricos. Essas normas, conhecidas como Trips, na sigla em inglês, devem ser seguidas por todos os membros da OMC. Uma delas estipula um limite mínimo de 20 anos para uma patente de medicamento vencer.


    Eles ressaltam que a pressão de países emergentes fez com que uma alternativa pudesse ser acionada em momentos de emergência ou de interesse público: a licença compulsória. Esse mecanismo foi utilizado diversas vezes para combater práticas anticompetitivas na área de tecnologia, inclusive no setor de medicamentos.


    Da Redação
    Edição – Pierre Triboli


    Agência Câmara de Notícias

    Câmara vai debater quebra de patentes de vacinas em comissão geral na quinta-feira


    Um homem, de 20 anos, investigado por gerenciar cerca de 80 perfis falsos nas redes sociais, para cometer crimes cibernéticos sexuais contra crianças e adolescentes, foi preso na manhã desta segunda-feira (5), na cidade de Ibipitanga, por policiais da 24ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), sediada em Bom Jesus da Lapa.


    O suspeito tinha um mandado em aberto, expedido pela Justiça do estado de Tocantins. O delegado Marcelo Costa Amado, da 24ª Coorpin/Bom Jesus da Lapa, explica que ele iniciava conversas com as vítimas pela internet, para conseguir fotos e vídeos íntimos. “As investigações apontaram que ele fez vítimas nos estados do Tocantins, Bahia, Minas Gerais, Ceará, dentre outros”, acrescentou.


     

    Na ação, as equipes apreenderam um aparelho celular com imagens das crianças e adolescentes. “Esse material deve passar por perícia”, informou o delegado. O homem foi encaminhado para o município de Macaúbas, onde aguarda ser recambiado para o Tocantins.



    Ascom / Polícia Civil

    Investigado por gerenciar cerca de 80 perfis falsos nas redes sociais é preso no interior da Bahia

     Pandemia: projeto prevê exigência de comprovante de vacinação para acesso a serviços




    O senador Jader Barbalho (MDB-PA) apresentou um projeto de lei, o PL 883/2021, que prevê a exigência de comprovante de vacinação para que se possa ingressar em local que "presta atendimento ao público e [que seja] passível de aglomeração de pessoas dentro de seu recinto" ou para ter acesso a "serviço que necessita de atendimento presencial para a sua concessão".


     A apresentação do comprovante seria exigida "das pessoas das faixas etárias cuja vacinação contra a covid-19 já tenha sido completada, de acordo com a programação estabelecida pelo plano nacional de vacinação do Ministério  da Saúde". 


    No entanto, a proposta pode gerar controvérsias. Ainda não há data prevista para apreciação desse projeto. Veja o vídeo para mais informações.


    Agência Senado

    Projeto prevê exigência de comprovante de vacinação para ter acesso a serviços públicos

     O Brasil dá adeus ao cantor Agnaldo Timóteo, que morreu hoje, véspera do domingo de Páscoa, que simboliza a ressurreição de Jesus. Ele foi vítima da tragédia da pandemia da Covid-19. Mas a luta do cantor pela vida desde 2019 era gigantesca e nos comovia. 



    Naquele ano, ele esteve internado durante meses no Hospital das Clínicas, em São Paulo, em isolamento, desde que sofreu um acidente vascular cerebral na tarde de 20 de maio, no interior da Bahia. Foi levado para uma UPA na cidade de Barreiras a 883 quilômetros de Salvador. De lá, transferido para o Hospital Geral Roberto Santos, na capital baiana, e, depois, para o Hospital das Clínicas, em São Paulo.


    O périplo do cantor entre instituições mostrou a vulnerabilidade a que está exposto o artista popular no Brasil. Remanescente de uma geração que se doou por completo à carreira e acreditava nas instituições públicas, Timóteo não contava com plano de saúde, por exemplo, mas contava com a ajuda de Deus. E essa ajuda veio. Ele se recuperou.


    Desde então, a turnê do show “Obrigado, Cauby” foi cancelada. Mas, Agnaldo nunca deixou de ter aquele sorriso repleto de esperança no rosto. Ao longo da carreira, esteve no panteão com os ídolos máximos como Angela Maria, Agnaldo Rayol… Cauby Peixoto e tinha o valor da potência de sua voz e sua capacidade de mobilizar as massas como qualidades significativas.


    Como escrevi em 2019, no período em que estave na luta entre a vida e a morte, Agnaldo nunca ele se importou com críticas reducionistas, tais como “música brega”. Felizmente, a sabedoria popular faz justiça a seus ídolos: no final das contas, é o que realmente importa. O artista tem a medida do amor de seus admiradores.


    Com mais de 50 anos de carreira, Agnaldo Timóteo estava na ativa desde os anos 1950, quando costumava se apresentar em programas de calouros em sua Caratinga natal e outras cidades do interior mineiro, enquanto trabalhava em oficinas mecânicas. 


    Foi nessa época que se mudou para Belo Horizonte, em busca de oportunidade como cantor. Na capital das Gerais, chegou a ser conhecido como Cauby Mineiro. O lado bom disso era ser convidado pelas rádios locais a se passar pelo ídolo Cauby Peixoto (1931-2016) que, muito ocupado, não dava conta de atender a todos os convites que lhe eram feitos. 



    A fada-madrinha foi a cantora Angela Maria (1929-2018), que o aconselhou a mudar-se para o Rio de Janeiro, onde teria mais chances de realizar seu sonho.


    “Já não durmo


    Morro até só em pensar

    E se canto

    Só o seu nome quero gritar

    Mas se eu grito todo mundo

    De repente vai saber

    Que eu morro de saudade

    E de amor por você”


    “Os Brutos Também Amam”, álbum de 1972, marca o começo de uma nova fase na carreira. Com ele Timóteo deu um basta na linguagem juvenil com a qual era identificado e adotou a linha romântica que o marcaria para sempre. A música que dá título ao álbum, de Roberto e Erasmo Carlos, demonstra o amadurecimento pessoal e musical do artista. No lugar das versões para hits estrangeiros, Timóteo passa a registrar, em trabalhos inéditos, as dores e glórias do amor.


    A trajetória de Agnaldo Timóteo e seu valor como artista teve reconhecimento com o documentário “Eu, Pecador”, dirigido por Nelson Hoineff (1948-2019) e lançado no Festival do Rio de 2017.



    O filme, que tem título homônimo ao da canção do final dos anos 70, conta a história do homem que fez carreira como cantor e, em seguida, se jogou na política. As filmagens aconteceram em 2016, durante sua campanha eleitoral para vereador no Rio. Nelson Hoineff costumava dizer que passar um ano ao lado dele o ajudou a entender tantas contradições. “Ele pode elogiar o Lula ou o Maluf numa semana e, na outra, fazer críticas pesadas aos dois. Não é personagem. Esse é ele mesmo. Contraditório e interessante”.


     https://heloisatolipan.com.br/quotes/aguinaldo-timoteo-o-adeus-a-quem-enfrentou-uma-das-maiores-sagas-pela-vida-nos-ultimos-anos/

    O BRASIL DÁ ADEUS AO CANTOR AGNALDO TIMÓTEO



    Aeronaves do Estado iniciaram, às 13h desta quinta-feira (1), o transporte de mais 495 mil vacinas contra a covid-19. Os imunizantes estão sendo levados por aeronaves do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador.



    Cinco aviões e três helicópteros vão transportar, para 41 trechos, nos quatro cantos do estado os imunizantes. A previsão de encerramento da operação é no final da noite.


    "A missão é sempre levar, no mesmo dia da chegada, o maior número de vacinas para cidades da Região Metropolitana de Salvador e do interior. Ficamos felizes em garantir uma rápida imunização", declarou o comandante do Graer, tenente-coronel Wolney Anderson Santos de Almeida.



    Ascom / Alberto Maraux






    Lote com 495 mil vacinas são transportadas para toda Bahia

     Medida valerá na pandemia; hoje o dinheiro vai para educação



    O Projeto de Lei 1137/21 determina que, durante a pandemia de Covid-19, os valores dos prêmios de loterias federais não resgatados pelos ganhadores sejam repassados integralmente ao Fundo Nacional de Saúde (FNS). Os recursos deverão ser aplicados exclusivamente em ações de enfrentamento do coronavírus, preferencialmente na compra de vacinas.


    A proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, trata das loterias citadas na Lei 11.345/06, como Mega-Sena, Timemania, Loteca e Federal. Atualmente, essa norma destina o dinheiro ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).


    Segundo o autor, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), os prêmios não retirados somaram R$ 312 milhões em 2020. “Os recursos poderão auxiliar na contratação de profissionais e na compra de medicamentos e vacinas”, afirma.


    Agência Câmara de Notícias


     sáude

    Prêmio de loterias não resgatados pelos ganhadores será destinado para saúde pública

     O corte de energia de consumidores de baixa renda já está suspenso até junho; proposta regulamenta quitação de débitos contraídos durante esse período



    O Projeto de Lei 2459/20 concede prazo adicional de 60 dias para a quitação de débitos relacionados ao não pagamento de tarifas de energia elétrica durante a pandemia de Covid-19. Nesse prazo, não poderá haver interrupção do serviço.


    Autor da proposta o deputado Marreca Filho (Patriota-MA) lembra que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, em março de 2020, a suspensão, por 90 dias, de cortes do serviço de eletricidade por inadimplência.


    “O projeto de lei pretende regulamentar a quitação de eventuais débitos que tenham ocorrido durante o período em que vigorou a vedação”, explica o parlamentar. “O objetivo é dar prazo de 60 dias para a regularização da situação dos consumidores, evitando, assim, a imediata suspensão de fornecimento de serviço essencial após o fim dos 90 dias”, completa.


    “Os dias adicionais servirão também para diluir o montante a ser pago, facilitando a retomada da vida de pessoas que estarão com dificuldades de se manter”, acrescenta ainda.


    Pelo texto em análise na Câmara dos Deputados, o pagamento poderá ser feito em até duas parcelas e não haverá multa ou juro de mora sobre os valores devidos.


    Decisão da Aneel


    No dia 29 de março, a Aneel anunciou nova suspensão do corte de energia elétrica para 12 milhões de famílias consideradas de baixa renda que estejam com suas contas de luz atrasadas. A suspensão vale até 30 de junho.


    Os beneficiados são os consumidores que já têm a tarifa social da Aneel, que concede descontos na conta de luz para algumas famílias que se encaixam no perfil.


    Têm direito ao benefício os cidadãos inscritos no Cadastro Único com renda mensal menor ou igual a meio salário-mínimo por pessoa, ou famílias com portador de doença que precise de aparelho elétrico para tratamento médico - nesse caso, com renda mensal de até três salários-mínimos.


    Tramitação


    A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


    Agência Câmara de Notícias

    Projeto concede prazo extra de 60 dias para regularização de débitos de contas de luz



    As forças de segurança e salvamento da Bahia, que incluem policiais federais, militares, civis, bombeiros e guardas municipais com mais de 50 anos de idade, serão vacinados contra o coronavírus (Covid-19) a partir desta quinta-feira (1). A medida foi aprovada hoje (30) em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa do Sistema Único de Saúde (SUS) e reúne os 417 municípios e o estado. 

    O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, explica que “a imunização contemplará todos que estão na ativa e iniciará de modo escalonado, com pessoas acima de 50 anos”, ressalta. 

    As forças de segurança e salvamento estão previstas no Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, e são um dos grupos que mais se expõem aos riscos de contágio. 

    O secretário da Segurança Pública, Ricardo Mandarino, destaca que “essa é uma decisão correta, pois durante a pandemia, cerca de 6.400 policiais e bombeiros da ativa foram afastados do trabalho por suspeita de infecção e 34 morreram”, afirma.

    Atualmente, a Bahia é o terceiro estado com o maior percentual da população vacinada e deve acelerar mais, com a aquisição de 9,7 milhões de doses da Sputnik V feita pelo governador Rui Costa.



    Ascom / Kelly Hosana

    Bahia inicia vacinação de policiais e bombeiros contra o coronavírus

     

    Em audiência nesta segunda-feira (29), a comissão temporária do Senado que acompanha o combate à covid-19 cobrou do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, uma nova gestão para deter a pandemia. Em resposta, Queiroga defendeu medidas que o governo federal vinha rejeitando, como autonomia para estados e municípios na decisão sobre medidas restritivas de circulação de pessoas.


    O cardiologista Marcelo Queiroga assumiu a pasta na semana passada, em substituição ao general do Exército Eduardo Pazuello. Na sua primeira audiência pública oficial no Senado, ele anunciou comprometimento com o adiantamento de vacinas e com políticas de prevenção do vírus: uso de máscaras e distanciamento social. Queiroga também afirmou que o ministério precisa melhorar a articulação nacional.


    — O Programa Nacional de Imunização brasileiro é uma referência mundial. O teto da nossa capacidade vacinal é de 2,4 milhões de brasileiros por dia. É preciso existir uma articulação entre as três esferas — União, estados e municípios — para fazer o que nós mais sabemos: vacinar a população. Não é uma questão logística, é uma questão de disponibilidade de vacinas para esses primeiros meses — disse o ministro.


    O relator da comissão, senador Wellington Fagundes (PL-MT), perguntou a Queiroga como ele avalia a atuação do Ministério da Saúde no combate à pandemia até aqui, quais mudanças ele pretende promover e se ele terá autonomia para gerir a pasta. O senador lembrou que o Brasil é hoje o epicentro da covid-19 no mundo, respondendo por cerca de 25% das mortes diárias em razão da doença, e pediu um “posicionamento claro” da nova gestão do ministério.


    Máscaras e aglomerações


    Queiroga respondeu que recebeu autonomia do presidente da República, Jair Bolsonaro, para montar uma equipe técnica, e anunciou a criação de uma secretaria extraordinária para concentrar todos os esforços da pasta no enfrentamento à pandemia. Outra mudança de gestão, segundo ele, será a melhora do diálogo com a sociedade. O ministro disse que o uso de máscaras é uma “obrigação de todos os brasileiros” e recomendou que a população evite “aglomerações fúteis”. A pasta deverá se engajar em campanhas de comunicação sobre esses temas.


    O ministro disse ainda que os hospitais do país estão sobrecarregados pelo excesso de internações, que expôs falta de leitos e de profissionais intensivistas qualificados. Para aliviar a situação, Queiroga defendeu mais medidas de isolamento nos locais que registrem piores índices de contaminação.


    — Do ponto de vista prático, para conseguirmos reduzir essa calamidade, temos que investir nas medidas de redução da circulação do vírus: distanciamento social e, a critério de cada estado ou município, de acordo com a situação sanitária, aplicar medidas restritivas mais fortes — declarou.


    Agência Senado

    Senadores cobram mudança de rumos de novo ministro da Saúde

     
    O anúncio da Butanvac, que pode se tornar a primeira vacina contra a covid-19 com tecnologia 100% nacional, foi comemorado pelos senadores nesta sexta-feira (26). Pelas redes sociais, os parlamentares parabenizaram o Instituto Butantan pelo desenvolvimento do material e defenderam o investimento em ciência e tecnologia como caminho para combater o coronavírus.


    O Butantan informou que solicitará à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ainda nesta sexta-feira, autorização para iniciar ensaios clínicos em humanos. Segundo o instituto, o objetivo é ter 40 milhões de doses prontas até o fim deste ano.


    A previsão do Butantan é que os testes clínicos sejam iniciados em abril. O pedido de autorização à Anvisa se refere às fases 1 e 2 de testes. Nessas fases, devem ser avaliadas a segurança e capacidade de promover resposta imune em cerca de 1,8 mil voluntários. A Butanvac já passou pelos testes pré-clínicos no Brasil e também passará pela primeira fase de testes no Vietnã e na Tailândia.


    A Butanvac já foi cadastrada no sistema da Organização Mundial de Saúde (OMS). As empresas Dynavax e PATH são parceiras do Instituto Butantan nessa iniciativa. Segundo dados do Ministério da Saúde, há 17 estudos pré-clínicos de vacinas no país que estão em fase de aperfeiçoamento por instituições brasileiras.


    “Grande notícia: o Butantan anunciou que vai produzir, em larga escala, a Butanvac, primeira vacina 100% nacional contra a covid-19. O instituto pretende também distribuir para países de baixa e média renda. Enfim, uma luz no fim do túnel. Parabéns. Isso é política humanitária”, celebrou o senador Paulo Paim (PT-RS).


    Ciência


    O senador Jarbas Vasconcelos (MDB-PE) disse que o anúncio do Instituto Butantan “renova a esperança” do povo brasileiro. E ressaltou que ele se soma a todos que “torcem pela ciência e pelo sucesso da iniciativa”.


    Ao comemorar a iniciativa, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) também destacou a importância da pesquisa científica: “Mais uma prova da enorme importância dos investimentos em ciência e tecnologia para o Brasil! Vacina só se desenvolve com pesquisa, e pesquisa precisa de recursos. E nossa prioridade é a vacina”.


    Parceria


    O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) lembrou que o desenvolvimento desse possível novo imunizante é resultado da parceria entre o Instituto Butantan e o governo do estado de São Paulo que, frisou ele, confiaram e investiram na ciência como resposta à pandemia.


    “Uma vacina 100% brasileira contra a covid-19! É isso que o Butantan irá entregar ao país. Precisamos investir em ciência e tecnologia. A melhor saída que temos para a crise e a melhor forma de salvar vidas é investir na ciência, mas não só hoje, sempre!”, disse Randolfe.


    A referência à “parceria de sucesso” também foi destacada pelo senador José Serra (PSDB-SP): “Imenso orgulho do Instituto Butantan pela criação da Butanvac! Essa parceria de sucesso entre o instituto e o governo de São Paulo mostra que investir na ciência é a nossa saída! Teremos uma vacina 100% nacional que ajudará não só o Brasil, mas outros países de baixa renda que tanto precisam dela.”


    Insumos da China


    Ao elogiar o anúncio, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR) fez a seguinte publicação em suas redes sociais: “Vacina 100% nacional! O Instituto Butantan criou uma nova vacina contra a covid, totalmente produzida no Brasil e que não vai depender da importação do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da China”, afirmou.


    Atualmente, o Butantan realiza o envase do IFA, que é importado da China, para a produção da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Butantan. Caso a vacina Butanvac tenha seu processo de testagem aprovado e sua aplicação autorizada, sua produção não dependerá mais de insumos da China.


    Vacinação


    Estima-se que, até agora, cerca de 14 milhões de pessoas receberam a primeira dose da vacina contra covid-19 no Brasil (isso equivale a aproximadamente 6,6% da população brasileira), enquanto em torno de 4,5 milhões receberam a segunda dose (cerca de 2% da população).


    No Brasil, por enquanto, duas vacinas estão sendo distribuídas e aplicadas: a CoronaVac e a Astrazeneca/Oxford (esta última fabricada no Brasil pela Fiocruz). A expectativa é que mais vacinas sejam incorporadas em breve ao programa nacional de imunização.


    Confira a manifestação de outros senadores:


    Rodrigo Cunha (PSDB-AL): “Foi com alegria e esperança que recebi a notícia de que o Instituto Buntantan pedirá, hoje [sexta-feira], autorização à Anvisa para iniciar os testes em voluntários da primeira vacina 100% brasileira. O novo imunizante, Butanvac, tem a mesma tecnologia da vacina da gripe e, se, os testes forem autorizados, e com o resultado positivo, teria sua produção e aplicação no segundo semestre. A previsão é de que 40 milhões de doses possam ser fabricadas até o fim de 2021.”


    Eliziane Gama (Cidadania-MA): “Parabéns ao Instituto Butantan pelo desenvolvimento da vacina 100% brasileira no combate à covid-19. Uma notícia que nos enche de esperança, neste momento tão difícil da pandemia.”


    Plínio Valério (PSDB-AM): “Vamos apoiar, acreditar e confiar.”


    Marcos do Val (Podemos-ES): “Além de fabricar e distribuir a CoronaVac no Brasil, o Instituto Butantan está trabalhando em uma vacina contra a covid-19 que é 100% brasileira. Chamada de Butanvac, a solução está em desenvolvimento desde 2020, e o órgão de pesquisa pretende iniciar os testes em humanos em breve.”


    Dário Berger (MDB-SC): “Um marco para a ciência do Brasil! O anúncio do desenvolvimento de uma vacina 100% brasileira contra a covid-19 é motivo de muito orgulho e uma esperança para todos nós brasileiros. Vida longa ao Instituto Butantan. Viva a ciência!”


    Zenaide Maia (Pros-RN): “Parabéns, Instituto Butantan! Viva a Ciência! #VacinaSim.”


    Agência Senado






    Senadores comemoram vacina totalmente brasileira, que ainda aguarda testes


    Um criminoso que utilizava tornozeleira eletrônica foi localizado com uma pistola calibre 380 e drogas, pela Rondesp Oeste, no município de Barreiras, na quinta-feira (25).


    As equipes realizavam patrulhamento na rua Carlos Drummond de Andrade, bairro de Bandeirantes, quando notaram que um homem, ao avistar as viaturas, tentou entrar, em uma residência.

    Ao perceber que as guarnições se aproximavam, ele atirou contra os policiais. No revide, ele foi atingido, socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu.

    Na casa foram encontrados carregador para o armamento, munições, balança, e porções de cocaína, maconha e crack, além de R$ 704. A ocorrência foi registrada na 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Barreiras.


    Ascom/ Silvânia Nascimento

    Homem armado com tornozeleira eletrônica , morre ao enfrentar policiais em Barreiras-BA

    Redação Email:[email protected] Contato/ DDD 077 9 9117-0827