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  •  A artista, que também foi bailarina, se tornou um ícone do teatro e das novelas globais. Elas estava internada em decorrência de um câncer de ovário e teve parada respiratória

                                                                                (Foto reprodução/rede social/Internet)

    A atriz Eva Wilma (foto), de 87 anos, teve sua morte anunciada no fim da noite deste sábado, 15, em decorrência de complicações de um câncer de ovário. Por conta da doença, ela estava internada no Hospital Israelita Einsteins, em São Paulo, havia exatamente um mês.

    A equipe do hospital emitiu a seguinte nota:

    Comunicamos que a atriz Eva Wilma, acaba de falecer às 22h08, no Hospital Israelita Einsteins, em São Paulo, em função de um câncer de ovário disseminado, levando a insuficiência respiratória. Nossos profundos e sinceros sentimentos a todos os familiares, especialmente a John Herbert Buckup Jr e Vivien Buckup.

    Eva protagonizou  novelas e programas da TV Tupi. Na década de 1980, foi para a TV Globo e tornou-se uma das principais artistas da emissora. Entre os seus principais personagens da TV estão as gêmeas Ruth e Raquel, na primeira versão de Mulheres de Areia” (papéis que depois foram de Glória Pires).

    Ela também foi a estrela, em 1953,  o seriado “Alô, Douçura, que ficou dez anos no ar e foi inspirado no americano I Love Lucy. Eva Wilma trabalhava  ao lado do seu primeiro marido, o ator John Herbert (1929-2011). Ela também teve um casamento de 23 anos com o ator Carlos Zara, que morreu em 2002. A atriz deixa dois filhos e três netos.



    *Com informações/Jornal Opção

    Morre atriz Eva Wilma, aos 87 anos, com complicações de um câncer



    A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados vai promover, na próxima sexta-feira (21), audiência pública para discutir regras do transporte interestadual de passageiros.


    A reunião foi sugerida pelo deputado Rodrigo Coelho (PSB-SC). Ele critica a concentração de empresas no setor e afirma que é preciso debater formas de desburocratização para expandir a cobertura dos serviços de transporte a partir das reais necessidades dos usuários.


    "De acordo com dados da ANTT [Agência Nacional de Transportes Terrestres], 66% dos mercados são operados por uma única empresa, 26% por duas empresas e 8% dos mercados, por três ou mais empresas, lembrando ainda que mesmo em mercados com aparentemente mais agentes, a competitividade é mitigada porque as empresas inserem-se nos mesmos grupos econômicos", diz o deputado.


    Convidados
    Foram convidados para a audiência representantes do Ministério da Infraestrutura; da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT); da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia; e da Confederação Nacional do Transporte (CNT).


    Também serão ouvidos representantes da Associação Nacional das Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros; da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros; e do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Paulo, além do professor Paulo Resende, representante da Fundação Dom Cabral (FDC).


    A audiência está marcada para as 10 horas, no plenário 11. O debate poderá ser acompanhado ao vivo por meio de sala interativa na internet.

    Da Redação
    Edição – Pierre Triboli

    Agência Câmara de Notícias


    Audiência vai discutir regras do transporte interestadual de passageiros


    O Senado aprovou o PL 1.143/2021 que permite a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promover a devolução integral de valores a mais cobrados dos consumidores na conta de energia elétrica.

     A devolução tem como finalidade reduzir as tarifas pagas pelos usuários do serviço público de distribuição de energia elétrica.

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    Fonte: Agência Senado

    Aprovada restituição de cobrança a mais na conta de luz

     Bulas das vacinas autorizadas no Brasil já trazem o alerta de que o produto não deve ser usado por grávidas sem a orientação de médico



    Com base nos estudos já concluídos até agora, a vacinação de gestantes contra a Covid-19 só deve ocorrer após a prévia avaliação dos benefícios diante dos riscos da doença. A orientação partiu de representantes da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Ministério da Saúde, da Fiocruz e do Instituto Butantan ouvidos nesta quarta-feira (12) pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados sobre o Enfrentamento à Covid-19.


    A audiência virtual foi motivada pela recente decisão da Anvisa de suspender temporariamente a aplicação da AstraZeneca em gestantes por suspeita de evento adverso grave. Desde então, alguns estados e municípios têm mantido a vacinação das gestantes apenas com doses da Coronavac e da Pfizer, mediante apresentação de laudo médico sobre comorbidades e assinatura de termo de consentimento.


    A gerente de Farmacovigilância da Anvisa, Helaine Capucho, ressaltou a importância de se fazer o balanço entre risco e benefício. “Enquanto não há estudos controlados, há a necessidade dessa avaliação individual para essa exposição: qual é o risco de ela contrair a doença e o risco de se expor a um produto do qual ainda não sabemos qual será a performance", explicou.


    O presidente da comissão externa, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira Jr. (PP-RJ), e a relatora, deputada Carmen Zanotto (Cidadania-SC), cobraram orientação precisa que dê segurança às gestantes e às mães de recém-nascidos (puérperas) no momento da vacinação.

    Teixeira sugeriu prescrição médica para a vacinação. “Que cada obstetra faça a prescrição: acho que é uma maneira de dividir o risco e fazer uma avaliação da casualidade dessa vacinação. A gestante faz acompanhamento pré-natal, então, a prescrição individual para gestantes vai ajudá-las”, ponderou.


    Bula
    O gerente de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes Santos, lembrou que as bulas das vacinas autorizadas no Brasil já trazem o alerta de que o produto não deve ser usado por grávidas sem a orientação de médico. Com base em regras previstas em uma resolução da Anvisa, Coronac, Pfizer e Janssen entraram na categoria B de riscos para grávidas, enquanto a AstraZeneca está na categoria C, segundo Gustavo.


    “A frase (de alerta) é a mesma e a recomendação é a mesma para todas. A diferença entre a B e C é que a C tem menos dados: não tem informações nem em modelos animais nem em modelos humanos. Mas a B também não tem essas evidências consolidadas por meio de estudos controlados”, explicou.


    Ginecologista e obstetra, o secretário de atenção primária do Ministério da Saúde, Raphael Parente, afirmou que a gravidez é acompanhada do aumento de risco de alguns eventos, como trombose, daí o reforço da necessidade de avaliação de benefício e risco de todas as vacinas e medicamentos.


    “A vacina contra a febre amarela, mesmo completamente proscrita e proibida em grávidas, tem que ser usada mesmo em casos em que a grávida vai para um local endêmico de febre amarela, porque há 50% de risco de morrer se contrair a febre amarela. É sempre o risco-benefício que vai ser avaliado. É importante dizer – e aqui vou falar como obstetra – que praticamente não existe medicamento classe A (sem risco) em obstetrícia”, esclareceu.


    Suspensão
    A suspeita de evento adverso que provocou a suspensão temporária da aplicação da AstraZeneca em gestantes foi a morte uma grávida com AVC hemorrágico, acompanhada de óbito fetal. A Fiocruz, que produz essa vacina no Brasil, concordou com a decisão da Anvisa, mas ressaltou que já foram aplicadas 13 milhões de doses no Brasil sem registro comprovado de eventos trombolíticos associados ao imunizante.


    O vice-presidente de produção e inovação da Fiocruz, Marco Krieger, ainda aguarda os resultados de exames complementares quanto à morte da gestante. “Não foi possível fechar o caso, embora seja plausível que essa reação tenha ocorrido. Ainda são necessários alguns exames complementares para tentar identificar anticorpos do fator plaquetário 4 e também os próprios exames sorológicos contra Covid-19 ou dengue ou outras situações que possam ter levado a esse acidente vascular cerebral. De toda maneira, a Fiocruz entende, desde o primeiro momento, a importância de uma precaução”, declarou.


    De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 15 mil gestantes já foram vacinadas com AstraZeneca e, nos próximos dias, sairá uma nota técnica com orientações, por exemplo, em relação à aplicação ou não da segunda dose. Helaine Capucho, da Anvisa, fez questão de ressaltar a segurança da AstraZeneca para os demais grupos. “A vacina AstraZeneca é segura para as condições descritas em bula”, enfatizou.


    O diretor de farmacovigilância do Instituto Butantan, Alexander Precioso, também citou a eficácia geral da Coronavac e defendeu que, no caso das gestantes, haja um balanço prévio entre risco e benefício.


    A coordenadora do programa de imunizações do Ministério da Saúde, Franciele Fantinato, apresentou números para mostrar que, até o momento, os benefícios da vacinação têm sido relevantes. A internação de gestantes por Covid-19 tem relação de 200 por 100 mil. No caso de óbitos de gestantes por Covid-19, essa relação é de 20 por 100 mil. Enquanto que o caso de evento trombolítico após vacinação por AstraZeneca é de apenas 1 por 100 mil, e mesmo assim, ainda está sendo investigado.

    Reportagem - José Carlos Oliveira
    Edição - Geórgia Moraes

    Agência Câmara de Notícias

    Vacinação de gestantes contra Covid-19 deve considerar riscos, dizem autoridades

     Os recursos seriam obtidos a partir do imposto de exportação

                                                                             Foto Roque de Sá/Agência Senado


    O Projeto de Lei 750/21 cria o Fundo de Estabilização dos Preços dos Derivados do Petróleo (FEPD), tendo como fonte a arrecadação do imposto de exportação de petróleo bruto. O texto está em análise na Câmara dos Deputados.


    “É fundamental que se crie uma reserva monetária ou um fundo para reduzir a volatilidade e baixar os preços cobrados das distribuidoras nacionais”, disseram os autores, os deputados Nereu Crispim (PSL-RS) e Aline Sleutjes (PSL-PR).


    “A produção e o refino não podem ser tratados como simples negócios privados no caso dos derivados do petróleo”, continuaram os deputados. “Os preços apresentam altíssima volatilidade no mercado internacional. No caso de países como o Brasil, ainda há alta volatilidade da taxa de câmbio”, explicaram.


    Detalhamento
    A proposta insere dispositivos na Lei do Petróleo e prevê alíquotas progressivas no imposto de exportação conforme o valor do barril. Até US$ 40 por barril, a alíquota é de 0%; para até US$ 70 por barril, de 30% apenas sobre a parcela superior a US$ 40; e de 50% naquilo que exceder US$ 70 por barril.


    Atualmente, o preço dos derivados do petróleo no Brasil é resultado da cotação do barril de petróleo e dos derivados no mercado internacional e da taxa de câmbio. Pela proposta, com o fundo de estabilização as eventuais necessidades de importação de derivados de petróleo receberiam subvenção econômica.


    “Os recursos dos exportadores de petróleo bruto iriam para os produtores e importadores de derivados de petróleo, com grandes benefícios para toda a sociedade em razão da redução do preço final para o consumidor”, afirmaram os deputados Nereu Crispim e Aline Sleutjes ao defender a criação do FEPD.


    Tramitação
    O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.


    Agência Câmara de Notícias

    Projeto cria fundo de estabilização do preço dos derivados de petróleo



     

    Mais de 13 mil policiais militares, civis e técnicos serão contemplados com valores que podem chegar a 1,8 mil_reais por pessoa_ O Governo da Bahia vai direcionar mais de R$ 13 milhões para o pagamento de gratificação a policiais militares, civis e técnicos que contribuíram para redução da criminalidade em suas áreas de atuação. A medida irá beneficiar mais de 13 mil servidores, como parte do Prêmio de Desempenho Policial (PDP).


    Os valores a serem pagos variam entre R$ 371 e R$ 1,8 mil, calculados com base nos resultados alcançados. Os recursos estarão disponíveis nas contas dos servidores no próximo dia 17 de maio. No total, serão contemplados aproximadamente 10,6 mil profissionais da Polícia Militar e 2 mil da Polícia Civil, além de mais de 200 peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT). 


    Criado em 2011, o Prêmio por Desempenho Policial visa estimular, reconhecer e valorizar o desempenho de servidores no combate ao crime, ao recompensar os profissionais pela redução nos números de casos de homicídio, latrocínio e lesão dolosa seguida de morte - os chamados Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs). 


    A manutenção do pagamento do prêmio - em um momento de retração econômica e demanda extra por investimentos na área de saúde, em função da pandemia da Covid-19 - representa um grande esforço de caixa para o governo baiano, comprovando o seu comprometimento com a valorização das forças de segurança do Estado.


     Ascom Saeb


    Estado libera mais de R$ 13 milhões para pagamento do Prêmio de Desempenho Policial na Bahia



    Dificultar a revenda de aparelhos furtados e roubados e facilitar a devolução dos itens subtraídos em ações criminosas. Esses são os destaques do Alerta Celular, sistema disponibilizado pela Secretaria da Segurança Pública, a partir de hoje (11), para a população baiana.



    Ao acessar o site alertacelular.ssp.ba.gov.br e fazer o cadastro do IMEI - número que identifica o aparelho, o proprietário vincula o equipamento ao seus dados. O IMEI consta na nota fiscal, na embalagem original do bem e pode ser consultado discando *#06# do próprio aparelho. Com o cadastro realizado, caso o celular seja alvo de criminosos, o proprietário pode entrar no site e ativar o alerta.



    Após esse passo, a vítima deve registrar o boletim de ocorrência na Delegacia Digital (nos casos de crimes sem violência física) ou em qualquer unidade da Polícia Civil e aguardar. O proprietário tem 48 horas para, após acionar o sistema de alerta no site, registrar o BO. Caso não conclua esse processo, o alerta é cancelado.



    O Alerta Celular permite que, nas abordagens, policiais consigam consultar o banco de dados e verificar se o item apreendido ou em análise está cadastrado na página como fruto de roubo ou furto. Confirmado de que se trata de um equipamento de origem ilícita, ele é apreendido, encaminhado à Delegacia e, com base nos dados cadastrados no site, o dono é acionado através do e-mail cadastrado e o aparelho é devolvido.



    “ O grande objetivo do sistema é facilitar a identificação de smartphones que são oriundos de crimes, interromper o ciclo da receptação. A polícia sabendo a origem ilícita do aparelho, fica muito mais fácil responsabilizar quem alimenta esse tipo de comércio ilegal”, afirmou o secretário da SSP, Ricardo Mandarino.


    Ele acredita que o site também vai influenciar na redução de roubos em ônibus, já que o principal alvo dessas ações são os aparelhos dos passageiros. “Esse é será um grande plus nas ações que já realizamos diariamente no combate a assaltos a ônibus, porque o real interesse dos bandidos que cometem esse crime é o celular”, explicou.


    A novidade também vai permitir a criação de estatísticas sobre furto e roubo de aparelhos, bem como de índices de recuperação dos equipamentos


    O Alerta Celular foi desenvolvido pela SSP através do trabalho conjunto entre as Superintendências de Gestão Integrada da Ação Policial (SIAP) e de Gestão Tecnológica e Organizacional (SGTO), após adequação do modelo instalado em outros estados do nordeste.



     

     Ascom: Kelly Hosana










    SSP lança serviço que permitirá devolução de celulares apreendidos na Bahia



    O Senado pode votar nesta semana o PL 4.725/2020, projeto de lei que prevê redução de pena para o condenado que frequentar curso de desenvolvimento pessoal que contribua para sua ressocialização. O autor do projeto é o senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado. O relator da matéria é o senador Paulo Paim (PT-RS), que defende sua aprovação. Ouça o áudio para mais informações.




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    Agência Senado

    Projeto prevê redução de pena para o condenado que frequentar curso de desenvolvimento pessoal



    Cerca de 1.000 pessoas que se aglomeravam, em uma festa clandestina, na localidade de Pedra Branca, zona rural de Vitória da Conquista, foram flagradas por equipes da 92ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Vitória da Conquista), na madrugada do domingo (9).



    Por volta de 1h da manhã, as equipes foram acionadas através de denúncias anônimas sobre um evento ilegal, com som alto, no Haras LS, e deram início a averiguação.



    Prontamente acionei os policiais de nossa inteligência que, descaracterizados, foram acompanhar de perto a movimentação da festa. Após confirmação, fomos até o local”, contou o comandante da unidade, tenente-coronel Eduardo Viana Moreira Júnior.



    No local, equipes da Ronda Rural daquela unidade e das Rondas Especiais (Rondesp) Sudoeste identificaram o dono do evento e solicitaram que o público presente, sem máscara e desrespeitando o decreto estadual para evitar a disseminação do novo coronavirus, se retirasse.



    Fico impressionado como essas festas ainda acontecem em meio a pandemia. Estamos preparados para encerrar qualquer tipo de evento que coloque em risco a vida”, concluiu o oficial.



    A festa foi finalizada e o responsável pelo evento, acompanhado de um policial militar que também participava da festa, foi encaminhado ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) de Conquista.



    Ascom / Rafael Rodrigues







    Festa com 1.000 pessoas é encerrada em Vitória da Conquista na Bahia

     
    Na próxima semana, a CPI da Pandemia fará audiências que voltam as atenções para o tema da chegada de vacinas ao Brasil. A comissão ouvirá a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela autorização para uso de imunizantes no país, e a Pfizer, empresa americana cujas vacinas foram rejeitadas pelo governo federal em 2020.


    Na terça-feira (11), a comissão recebe Antônio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa. A agência deu início às aprovações de vacinas em janeiro, com autorização emergencial para a chinesa CoronaVac, e até agora já liberou o uso de quatro imunizantes: além da CoronaVac, as vacinas da Janssen, da Oxford/Astrazeneca e da Pfizer. Apenas as duas últimas têm registro definitivo, enquanto as outras se baseiam em autorização emergencial.


    Recentemente, a Anvisa foi criticada por impedir a distribuição da vacina russa Sputnik V, alegando falhas no processo de produção. A CPI requisitou que a agência apresentasse atas e registros em vídeo das suas reuniões em que se tratou da Sputnik V.


    Antônio Barra Torres é oficial de reserva da Marinha, onde alcançou o posto de contra-almirante. Ele é formado em medicina, foi diretor do Centro de Perícias Médicas e do Centro Médico Assistencial da Marinha e instrutor na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (RJ). Atua como diretor-presidente da Anvisa desde o início de 2020, mas já integrava a diretoria da agência desde 2019.


    Pfizer

    Na quinta-feira (13) a CPI receberá Marta Díez, presidente da subsidiária brasileira da Pfizer. A empresa farmacêutica recentemente entregou cerca de 1 milhão de doses ao Brasil, mas já negociava com o governo brasileiro desde o ano passado. Segundo relatos da companhia, o governo rejeitou as primeiras ofertas. A vacina da Pfizer foi a primeira a obter registro definitivo na Anvisa, no final de fevereiro.


    Também sobre as negociações com a Pfizer, a CPI ouvirá na quarta-feira (12) o ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República Fábio Wajngarten, que deixou o cargo no início de março. Em entrevista concedida algumas semanas depois, Wajngarten atribuiu ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello a responsabilidade pelo encerramento das negociações com a farmacêutica.


    Pazuello será ouvido pela CPI no próximo dia 19. Seu depoimento seria na semana passada, mas foi adiado após ele informar que teve contato com casos confirmados de covid-19.


    Requerimentos

    A CPI continuará votando requerimentos durante a semana. O relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou pedido de convocação de Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde. O documento atribui a ela a defesa de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19. Na última quinta-feira (6), o chefe da pasta, ministro Marcelo Queiroga, afirmou que sua gestão não participou da distribuição desses remédios.


    Os senadores também querem convocar titulares de outros ministérios — como Economia, Casa Civil, Ciência e Tecnologia, Justiça, Relações Exteriores e CGU — e governadores estaduais. Por enquanto, a CPI apenas requisitou informações dos órgãos e dos estados, mas não chamou nenhuma dessas autoridades para prestar depoimento.


    Agência Senado

    CPI mira vacinas em audiências com Anvisa e Pfizer


    Para atenuar a luta diária e homenagear as catadoras de material reciclável e mães dos bairros Bruno Barcelar e Nova Esperança, em Vitória da Conquista, a Patrulha Solidária do Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO) distribuiu, na tarde de sexta-feira (7), alimentos, presentes e rosas para 200 mulheres.


    As mães ganharam também 210 cestas básicas, 200 blusas e roupas íntimas, kits de biscoito, cupcakes decorados e máscaras de proteção individual. 

    O jovem músico Hebert Luís Gomes se apresentou para as mulheres durante as entregas. De acordo com a tenente Maria Alice Santana, comandante da Patrulha Solidária, o evento foi criado para aquelas que vivem um momento delicado, ampliado pela pandemia do novo coronavírus. "A emoção tomou conta de todos", contou a oficial. 

    Também integraram a ação, a Sicoob, a Defensoria Pública, o Conselho Comunitário de Segurança e empresários locais, que confeccionaram alguns donativos.



    Ascom: Márcia Santana











    PM distribui alimentos, presentes e rosas para 200 mães catadoras em Vitória da Conquista-BA

     

    Pelo segundo ano consecutivo, a celebração do Dia das Mães vai ser prejudicada pela pandemia de covid-19. As tradicionais reuniões de família repletas de pessoas e manifestações de afeto terão de ficar para 2022 para quem quer preservar a saúde dos participantes.  Até mesmo negar um abraço poderá significar cuidado. Mas o que fazer quando a maternidade chega justamente durante a maior crise sanitária da história do Brasil?


    Com o vírus ainda em circulação, a gestação acaba por trazer preocupações antes não imaginadas. De acordo com o Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 (OOBr Covid-19), o número de mortes de mulheres grávidas ou no pós-parto (puérperas) por infecções respiratórias e outras complicações triplicou em 2021, em relação à média semanal de 2020.


    Durante as 45 semanas epidemiológicas do ano passado, foram registradas 457 mortes de grávidas e puérperas — média de 10,16 óbitos semanais. Neste ano, em apenas 16 semanas, o número foi superado: 494 dessas mulheres não resistiram à doença — média de 30,88 mortes semanais. Isso significa que, de 2020 para 2021, houve um aumento de 204% na média semanal de óbitos, enquanto na população geral, o crescimento foi de 90,5%.


    No que diz respeito aos números gerais do universo de gestantes e mulheres na condição de pós-parto, sem considerar a média mensal, e contabilizando apenas os casos finalizados, o número de óbitos por covid-19 em relação ao número de infectadas cresceu em 81,42% do ano passado para cá. Na comparação de gestantes com puérperas, estas últimas aumentaram sua participação na estatística da mortalidade materna, que passou de 13,9%  em 2020 para 29% em 2021.


    Não é só a morte que preocupa. Se analisados os números do contágio, que é o ponto de partida para vários problemas, o risco para as mulheres continua presente. A última atualização do observatório, em 30 de abril, aponta 10.818 gestantes e mulheres no pós-parto infectadas desde o início da pandemia. Desse total, 37,26%  pegaram o coronavírus em 2021.


    A médica obstetra Rossana Francisco, professora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade de São Paulo (USP) e uma das criadoras do OOBr Covid-19, conta que o painel foi criado com o intuito de dar visibilidade e facilitar a interpretação dos dados relacionados à saúde materno-fetal. Segundo ela, os dados refletem um problema específico do país no cuidado de gestantes e puérperas.


    — Esses números mostram uma realidade triste que nós já temos no Brasil: a fragilidade e a falta de cuidado com a saúde materna, que ficam ainda mais evidentes quando temos uma situação de sobrecarga do sistema de saúde — afirma Rossana, também presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp).


    Conforme dados do Ministério da Saúde, a mortalidade materna se situava em 55,3 casos fatais para cada 100 mil nascidos vivos em 2019, ano anterior ao início da pandemia, quando a meta do país no contexto dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável traçados pela Organização das Nações Unidas é ter no máximo 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até o ano de 2030. Em termos mundiais, a ONU quer reduzir essa relação para menos de 70 por 100 mil nascidos vivos.


    O quanto a mortalidade materna no Brasil foi potencializada pela pandemia é algo que vai se saber nos próximos meses, com a divulgação de estatísticas ainda em elaboração, mas os números já disponíveis mostram um quadro dramático.


    Falta de tratamento


    Os dados analisados pelo observatório são baseados nas notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) confirmados para covid-19 e não especificados na base de dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep Gripe). Segundo Rossana Francisco, o alto número de mortes está associado à falta de assistência e tratamentos adequados. Uma em cada quatro grávidas e puérperas que faleceram em decorrência da covid-19 não foi internada em uma unidade intensiva de saúde (UTI) e um terço delas não passou pela intubação.


    — Nós temos que considerar que a covid é uma doença grave, então quando pensamos na evolução da doença, a pessoa vai piorando principalmente a parte respiratória, passa a precisar de oxigênio e depois pode precisar de uma internação em UTI e também de uma intubação orotraqueal. Então, é esperado que antes de uma pessoa falecer, ela possa ter acesso tanto à UTI quanto à intubação. Isso, quando analisamos que nós temos um percentual de mulheres que morreram sem serem internadas nas UTIs ou sem utilizar a intubação, nos levanta a possibilidade de que essas mulheres, mesmo precisando, não tiveram acesso a esse serviço — explica a obstetra.


    Diante das precariedades do atendimento e da agressividade das novas variantes do coronavírus a gestantes e puérperas, o secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Raphael Parente, chegou a pedir que, se possível, as mulheres adiassem a gravidez até o fim da pandemia. Na recomendação, o secretário comparou o atual momento com a epidemia de Zika vírus, que se espalhou pelo Brasil em 2016 e deixou muitos bebês com a grave sequela da microcefalia.


    "A gente sabe que na época do Zika, durante um, dois anos, se teve uma diminuição da gravidez no Brasil, e depois aumentou. É normal. É óbvio que a gente não pode falar isso para alguém que tem 42, 43 anos, mas para uma mulher jovem, que pode escolher um pouco o seu momento de gravidez, o mais indicado agora é você esperar um pouquinho até a situação ficar um pouco mais calma", disse Raphael Parente em coletiva de imprensa em 16 de abril.


    Recomendações

    A evolução da doença vem sendo acompanhada desde o ano passado pela secretaria comandada por Parente, que lançou em setembro a primeira versão do Manual de Recomendações para a Assistência à Puérpera Frente à Pandemia de Covid-19 para consulta de profissionais e gestores de saúde, levando em consideração a diversidade geográfica e socioeconômica do país. Atualizado em 8 de abril, o documento visa orientar o acesso e a qualidade da assistência durante a atual pandemia, a fim de evitar as mortes maternas causadas por adoecimento e os agravos ao embrião ou feto.


    De acordo com o manual, diferentemente do que se pensava no início da pandemia, as gestantes e puérperas até o 14º dia de pós-parto devem ser consideradas “como grupo de risco para o desenvolvimento de formas graves ou fatais da covid-19, principalmente a partir do 3º trimestre gestacional e na presença de doenças pré-existentes”. O Ministério da Saúde ainda deixa uma série de recomendações sobre as vias de transmissão, diagnóstico precoce e atendimento adequado ao grupo nas diversas fases da infecção, estabelecendo parâmetros para se constatar anormalidades, a começar de aspectos básicos como a temperatura, pressão sanguínea e batimentos cardíacos.


    A febre e a oxigenação insuficiente do sangue (hipoxemia), por exemplo, “podem aumentar o risco de trabalho de parto prematuro, rotura prematura de membranas e comprometimento do bem-estar fetal”, conforme o manual. As gestantes e puérperas também apresentam maior risco de eventos tromboembólicos, ou seja, a formação de coágulos de sangue no interior das veias, bloqueando de forma parcial ou totalmente a circulação. Considerando o impacto de tromboses na saúde de gestantes e puérperas com quadro moderado ou grave de covid-19, elas devem receber anticoagulantes de forma preventiva, dependendo da avaliação médica.


    Os óbitos maternos decorrentes de complicações cardiopulmonares ou falência múltipla dos órgãos podem estar associados a obesidade, diabetes e doença cardiovascular, à semelhança da população geral.


    Vacinação

    Para quem já engravidou, a questão agora é o cuidado, mas isso se insere no mesmo ambiente complexo de uma política de combate à covid-19 investigada no Senado por uma comissão parlamentar de inquérito, a CPI da Pandemia.


    A orientação do Ministério da Saúde é que todas as unidades da Federação incluam gestantes e puérperas no grupo prioritário de vacinação contra o coronavírus. No entanto, a pasta divulgou essa recomendação apenas em abril deste ano, quando os números de mortes entre o grupo já registravam recordes. Antes, a imunização de grávidas e mães de recém-nascidos era indicada somente para aquelas que tinham doenças preexistentes (comorbidades) ou pertencentes a outros grupos prioritários, como aquelas inseridas na faixa etária da vez ou profissionais da saúde.


    No Senado, o pedido para que gestantes e puérperas tivessem prioridade na campanha de vacinação tramita desde março. O PL 930/2021, de autoria da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), prevê que o grupo deve ser vacinado logo após as pessoas com mais de 65 anos de idade. Já a nova recomendação do Ministério da Saúde estabelece duas fases para a imunização. Primeiro devem ser vacinadas as gestantes e puérperas com comorbidades, independentemente da idade. Depois, na segunda fase, todo o grupo será considerado para a vacinação.


    A integrante do Observatório Obstétrico argumenta que as gestantes devem ser consideradas como um grupo de risco, pois têm mais probabilidade de desenvolver formas graves da doença e de serem hospitalizadas:


    — Nas primeiras publicações [de estudos sobre a covid-19], não se considerava que gestantes eram do grupo risco, mas no ano passado o CDC [Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos] apontou que elas correm maior risco de serem internadas em unidades de tratamento intensivo, precisarem de intubação e até de ir a óbito. As gestantes não têm maior risco de contrair a doença, mas quando pegam, podem ter uma evolução pior do que mulheres da mesma idade que não estão grávidas.


    Pandemia revela fragilidades da assistência a gestantes e mulheres no pós-parto



    Drogas avaliadas em R$ 66 mil foram apreendidas nesta sexta-feira (7), por equipes da Coordenação de Narcóticos do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) e pelos cães farejadores da Coordenação de Operações Especiais (COE), no Centro de Distribuição dos Correios.


    Foram apreendidos mil comprimidos de ecstasy e mais de seis quilos de maconha, distribuídos em diversas embalagens diferentes. "Uma delas nos chamou a atenção: os traficantes deixaram um recado, como se fosse um presente para a mãe do remetente, em comemoração ao Dia das Mães. Mas, ao abrir a caixa, havia dois sacos com maconha", informou o coordenador de Narcóticos, delegado Yves Correia.


    Todo o material foi encaminhado para o Draco, para as medidas cabíveis serem tomadas. Os autores estão sendo procurados.



     Ascom PC / Natália Verena






    Draco apreende drogas em falso presente de Dia das Mães na Bahia

     
    Durante a reunião da CPI da Pandemia, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu o uso de máscaras e criticou aglomerações, mas evitou se posicionar especificamente sobre declarações do presidente da República, Jair Bolsonaro. 


    — Toda aglomeração deve ser dissuadida, independente de quem faça — disse Queiroga nesta quinta-feira (6), em resposta ao senador Rogério Carvalho (PT-SE) que o indagou sobre aglomerações provocadas por Bolsonaro.


    O ministro evitou se posicionar sobre declarações do presidente em relação ao distanciamento social. E várias vezes afirmou que não faria “juízo de valor”. Contudo, ressaltou que concorda que se assegure “a liberdade das pessoas”, como diz Bolsonaro. Queiroga disse não ter sido consultado sobre a redação de um decreto, anunciado pelo presidente, para impedir que estados e municípios restrinjam a circulação de pessoas como forma de frear a disseminação da covid-19. 


    — O que nós vamos adotar são medidas para evitar essas situações extremas onde haja fechamentos de cidades porque, nessa questão desses fechamentos nacionais, não há também um consenso acerca desse tema — disse.


    Questionado por Humberto Costa (PT-PE) sobre o que pensa das declarações de Bolsonaro em que o chefe do Executivo se manifesta contra o uso de máscaras ou o distanciamento social, Queiroga disse que não falaria sobre as atitudes do chefe do Executivo.


    — Meu papel como ministro não é ser crítico do presidente da República ou de integrantes do governo.

     

    Ainda assim, o ministro falou em investir “em medidas não farmacológicas”, além de adotar uma política de testagem para orientar isolamento de pacientes e fortalecer o sistema de saúde para atender casos mais graves. Ao longo da reunião, declarou que “medidas extremas podem ser colocadas em prática dentro de cenários específicos.”


    — Temos que orientar nossa população a aderir a medidas não farmacológicas — disse Queiroga. 

    O chefe da pasta da Saúde defendeu "união" contra o coronavírus e destacou a aprovação do auxílio emergencial pelo Congresso e a MP 1.015/2020, que libera R$ 20 bilhões para compra de vacinas, como medidas eficazes contra a pandemia.


    — Então, estamos trabalhando fortemente, de maneira diuturna, para apresentar determinados protocolos, protocolos assistenciais, protocolos que definam e disciplinem a mobilidade urbana, a questão do distanciamento social, a adoção de uma política publicitária mais intensa para trazer a adesão da população. Nós sabemos que não é uma tarefa simples — declarou.


    Queiroga também reconheceu ser preciso melhorar a comunicação com a população, com a ampliação de publicidade e de campanhas de conscientização. 


    — Nós temos que ampliar a comunicação com a nossa sociedade, isso é fundamental. E é um compromisso do Ministério da Saúde levar informações corretas para a população brasileira — reconheceu, em resposta ao relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL).


    Autonomia


    Renan Calheiros pediu uma avaliação sobre as condições em que o ministro encontrou a pasta, mas Queiroga evitou falar sobre seus antecessores. O ministro também negou conhecer situações de aconselhamento paralelo do presidente citadas pelo ex-ministro Luiz Henrique Mandetta à CPI. “Encontrei uma situação onde a logística de distribuição de insumos acontecia de forma apropriada.” Segundo Queiroga, o colapso no sistema de saúde decorreu de uma "imprevisibilidade biológica” do vírus.


    Queiroga reconheceu que a chegada dele à pasta representa uma "mudança" em temas como distanciamento social e vacinação e disse ter tido autonomia para montar sua equipe.


    — Sim, é uma mudança. Pretendemos fazer ajustes nas políticas que estavam sendo colocadas em pratica — disse Queiroga, que sucedeu Eduardo Pazuello e está à frente do Ministério da Saúde desde o 23 de março.


    Mas o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) questionou até onde vai a autonomia de Queiroga.

    — Qual é a política que o Ministério da Saúde vai implementar? É a do ministro, doutor, médico, Queiroga ou é o do presidente Jair Bolsonaro? — questionou Alessandro Vieira.


    Em resposta, o ministro afirmou:


    — Se o presidente da República pensar de forma diversa, ele é o presidente da República. Fui nomeado pelo presidente da República e estou trabalhando conforme as orientações técnicas dia e noite.

    Diante das declarações, Alessandro Viera alertou para o histórico dos ministros da Saúde do governo Bolsonaro.


    — Seus dois antecessores médicos relataram exatamente o mesmo quadro, com as melhores intenções, com as melhores referências científicas, mas esbarraram em um muro de incompetência e ignorância — disse o senador, assinalando que os dois ministros médicos preferiram deixar o cargo a comprometer o juramento profissional.


    Estados e municípios


    Sobre estados e municípios, Queiroga afirmou ao senador Ciro Nogueira (PP-PI) que “a única recomendação que eu recebeu do presidente Bolsonaro foi para que “cuidasse para que os recursos públicos do Ministério da Saúde fossem investidos em políticas públicas capazes de resolver esse cenário pandêmico”. 


    Em resposta ao senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), Queiroga disse que a compra de insumos como oxigênio é de responsabilidade de estados e municípios, mas que o governo federal tem “apoiado fortemente” governadores e prefeitos.


    Testagem de senadores

    O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, deferiu pedido da CPI para realização de testes de covid-19, semanalmente, em senadores, assessores e colaboradores que participam presencialmente dos trabalhos do colegiado.


    Além de Queiroga, também seria ouvido nesta quinta na CPI o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, mas o depoimento de Barra Torres foi adiado para terça-feira (11).

    Agência Senado

    CPI da Pandemia: 'Toda aglomeração deve ser dissuadida', diz Queiroga

     

    A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados realiza nesta sexta-feira (7), às 9 horas, com transmissão pelo canal do YouTube, uma cerimônia em respeito e homenagem às pessoas falecidas em decorrência da Covid-19, com representantes de diversas religiões, das artes e das ciências.


    Foram convidados para a solenidade:


    • pianista, cantor e compositor Ivan Lins;
    • atriz Malu Valle;
    • pastora evangélica Romi Márcia Benck;
    • monja Coen Roshi;
    • membro da comissão de educação e cultura da CNBB Dom Vicente;
    • líder religiosa do Unzó Maiala Mameto Laura Borges;
    • rabino da Congregação Judaica do Brasil, Nilton Bonder;
    • historiador, escritor e Instituto Casa Comum, Célio Turino;
    • imunologista, coordenador de pesquisas na USP-Vacinas e representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Gustavo Cabral Miranda;
    •  teólogo, filósofo e professor Leonardo Boff;
    •  mestre budista Lama Padma Santén;
    •  líder muçulmano Sheikh Mohsin Ben Moussa;
    •  frade dominicano Frei Betto;
    •  pajé Rita Tupinambá;
    • maestro Rênio Quintas; e
    • cantora Célia Porto.

    Da Redação - GM

    Agência Câmara de Notícias

    Comissão de Cultura faz homenagem às vítimas da Covid-19



    Considerados heróis pelo pequeno Gabriel, 5 anos, os policiais das Rondas Especiais (Rondesp) Leste acompanharam o menino durante uma visita guiada à sede da unidade, no KM 03, da BR 116, Conjunto Feira VI, em Feira de Santana, na tarde desta quarta-feira (5). O tour foi o presente pelo aniversário do jovem, celebrado no último domingo (1), com a presença dos PMs.



    O jovem conheceu as instalações da unidade, o canil setorial, embarcou e tirou fotos em uma das viaturas estacionada dentro do quartel e interagiu com os policiais.



    O sucesso da visita foi garantido pela brincaram com o os cães de faros. “Toda criança que tem contato com o cão fica maravilhada. Gosta do contato. Isso faz parte do processo de ensino, aprendizado de algumas instituições de ensino. É o que chama mais a atenção, principalmente a demonstração de busca que é finalizada com uma brincadeira com o animal”, detalhou o comandante da Rondesp Leste, major Fernando Cardoso.



    A família saiu muito satisfeita por ter conhecido a sede e os policiais. “Viram que além da farda, nosso efetivo é formado por pais e mães de família, são pessoas como todas as outras”, enfatizou ao concluir que “foi uma experiência fantástica”.



    Ascom/ Marcia




    Menino ganha visita a quartel de presente de aniversário em Feira de Santana na Bahia

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